Recepção na Casa Espírita

O atendimento ao frequentador não pode ser deixado a cargo de colaboradores despreparados ou recepcionistas improvisados. A recepção é o cartão de visita de qualquer entidade, seja ela filantrópica ou não.

A recepção, um recurso esquecido pela maioria dos Centros Espíritas, pode e deve ser aperfeiçoada. A Psicologia Social, ciência do comportamento dos indivíduos, catalogou diversas técnicas, que possibilitam um melhor relacionamento entre as pessoas. Estudá-las e colocá-las em prática é de vital importância para o bom êxito nas atividades da Casa Espírita.

Pesquisas realizadas pela Psicologia Social demonstram que as pessoas sentem necessidades de serem tratadas como únicas. A percepção distorcida dos semelhantes, das situações e de si próprio causa um atendimento inadequado. Um colaborador bem treinado no trato com as criaturas, poderá criar um conceito positivo do Centro e do Espiritismo.

A imagem que as pessoas - frequentadores (efetivos ou potenciais) ou não - tem da entidade é formada subjetivamente. Ela independe do contato entre as pessoas. Um único freqüentador atendido inadequadamente, desencadeia uma série de imagens negativas na sociedade. Desfazê-la não é tão fácil quanto se pensa.

O princípio de que "sempre podemos melhorar algo" deve ser amplamente refletido no relacionamento com as pessoas. Ouvir atentamente, falar pausadamente e demonstrar interesse na conversa são alguns dentre os muitos detalhes a serem lembrados. Além disso, mostrar-se cortês, dar boas-vindas e agir com rapidez melhoram sensivelmente o conceito que os freqüentadores formam de nossa Entidade.

(Org. por Sérgio Biagi Gregório)

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