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Freqüentador, Cheque Devolvido e AdministraçãoSérgio Biagi Gregório Num Centro Espírita, os serviços prestados são, em sua grande maioria, gratuitos. O voluntário, freqüentador ou colaborador, no desempenho de suas tarefas, doa o seu tempo à Entidade. O tempo, contudo, tem um custo: equivale ao que ele poderia estar ganhando fora dali. Contudo, por dever de consciência, ele prefere usá-lo em beneficio da Casa Espírita.
Suponha que uma dada pessoa freqüente um Centro Espírita. De repente, convidam-na para fazer parte da Diretoria Executiva. Nega o primeiro convite, mas a insistência leva-a a aceitar o cargo de tesoureiro. O desempenho desta função exige a alocação de tempo, ou seja, ela terá que deixar outros afazeres para se dedicar a este.
Suponha, também, que nós fizemos uma determinada compra: livro ou peça do bazar. Como forma de pagamento, emitimos um cheque pré-datado.
Ações, do tesoureiro, depois de ter recebido o cheque:
1) separá-lo do resto do movimento; 2) guardá-lo em lugar reservado, esperando a data do depósito; 3) depositá-lo na data marcada; Nota: o cheque vai para a compensação e é devolvido por falta de fundos. 4) ir ao banco, retirá-lo e reapresentá-lo; Nota 1: o cheque vai para a compensação e é novamente devolvido. 5) ir ao banco, retirá-lo e trazê-lo para o Centro; 6) telefonar para o emissor do cheque (que somos nós); 7) esperar que levemos o dinheiro e troquemos pelo cheque.
Conclusão: a nossa negligência fez com que o tesoureiro perdesse tempo e dinheiro. Ajudar o outro a cumprir a sua tarefa é também uma forma de caridade. Prestemos atenção nestas pequenas observações.
São Paulo, 10/01/2008 |